O Diário Oficial da União publicou na sexta-feira (16 janeiro) mais uma lista contendo uma fornada de novos "anistiados políticos" do regime militar. Entre os nomes da lista está o do deputado estadual petista gaúcho Raul Pont, ex-prefeito da capital gaúcha.
Ele nunca lutou pela democracia, está desafiado a mostrar um só documento do seu grupelho político, a organização trotskista POC (Partido Operário Comunista), da qual também foi dirigente o clone de chanceler de Lula, o trotskista Marco Aurélio "Top Top" Garcia, e ainda o ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Matoso, aquele que comandou a operação de estupro da conta bancária do caseiro Francenildo Santos de Souza, em Brasília.
Raul Pont vai ganhar uma indenização de R$ 267 mil. E ainda terá a pensão de "revolucionário" de R$ 2.000,00. Ou seja, de fato, a atividade dele na "oposição" era uma profissão, visava obter o benefício de uma aposentadoria. Aposentadoria de "revolucionário" . Isso é um achincalhe total. Raul Pont se opôs à ditadura militar porque queria instaurar a ditadura do proletariado no Brasil. Ele militou em organização que aderiu às armas, aos atentados, aos assaltos, e às mortes, para implantar não a democracia, mas a ditadura do proletariado. E agora é beneficiado pelo regime democrático com uma "aposentadoria de revolucionário" . Outra coisa: a anistia foi decretada em 1979, e foi a única. Que anistia é essa que ele estaria recebendo agora? A falta de vergonha dessa gente não tem limite.
Enquanto isto, os aposentados do INSS vão perdendo o poder aquisitivo desde quando foram atropelados com a iniqua Lei que desvinculou suas aposentadorias e pensões do Salário Minimo. Trepudiaram sobre o Direito Adquirido ! Foi no governo de FHC e seu DEM (ex-PFL).
Então, as moscas mudam, mas, a b... continua a mesma!


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